
Ayahuasca
O chá que abre o caminho da visão. Sustenta a travessia interior com canto, silêncio e cuidado do início ao fim.
O instituto
Um campo vivo de estudo, escuta e integração, onde o insight se converte em ação e a força da medicina vira clareza no cotidiano.
O símbolo
Olhe demorado e ela se abre. O nó celta não tem começo nem fim: é o que não se rompe.
Os cipós entrelaçados carregam o mariri, e o conjunto forma a árvore da vida. De longe, tudo fecha como mandala.
Uma tradição desenha a outra, porque a raiz é a mesma em qualquer canto do mundo. Só muda a planta e o nome.
Um, somos nós
Nó celta
A interconexão do passado, presente e futuro. Também equilíbrio e harmonia.
Pedra verde
O núcleo do instituto: o amor, a saúde, a cura e a vitalidade equilibrada.
Entrelaçado
A força da comunidade e a proteção do conhecimento.
Sementes
O potencial e o embrião da sabedoria futura.
Serpentes
Renovação, sabedoria oculta e a natureza cíclica da vida.
Folhas de carvalho
O crescimento, a vitalidade e a conexão com a natureza.
Raízes profundas
As bases sólidas da nossa história, tradição e identidade.
Mandala
De longe, o conjunto todo se fecha em um só desenho.
A tradição
Dentro do uso sagrado e ancestral, nunca como consumo ou recreação.

O chá que abre o caminho da visão. Sustenta a travessia interior com canto, silêncio e cuidado do início ao fim.

O sopro que assenta e aterra. Traz foco, limpeza e presença, preparando o corpo e a mente para o trabalho.

A gota que clareia a vista de dentro. Desperta a atenção e dissolve o que embaça o olhar sobre si.

A fumaça que reza e protege. Conduz a oração, assenta o ambiente e firma a presença no sagrado.
Para entender
Antes de caminhar, escute. Três guias sobre as medicinas que trabalhamos.
A travessia
Primeiro, você preenche a anamnese. É como nos conhecemos e cuidamos da sua segurança, entendendo seu momento, sua saúde e sua intenção.
Orientamos a dieta e o preparo dos dias anteriores, para o corpo chegar leve e o encontro ser mais profundo.
A noite de trabalho, conduzida do começo ao fim com canto, presença e amparo, respeitando o tempo de cada pessoa.
Depois, o cuidado continua: acolhemos o que foi vivido para que a expansão encontre firmeza na prática.
Quem conduz
Kellson Sousa
Dirigente do Instituto
Conduz os trabalhos da casa do começo ao fim: o preparo, a noite de cerimônia e o cuidado dos dias seguintes. A condução é firme e sem pressa, respeitando o tempo de cada pessoa.
Caminha com as medicinas da floresta dentro do uso sagrado e ancestral, e é dessa caminhada que nasce o compromisso da casa com segurança, respeito, ética, inteireza e discernimento.
A luz também precisa ser direcionada, senão a pessoa se perde no brilho dela. Aqui a gente usa a luz para iluminar as sombras.
O primeiro passo
A anamnese é a porta de entrada. Reserve alguns minutos, responda com verdade, e entraremos em contato para os próximos passos.
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